Museu Histórico de Pedreira registra mais de 520 mil visitantes

Aberto ao público solenemente aos 22 de julho de 1980, contando com a presença do Secretário de Estado da Cultura do Governo de São Paulo, Antonio Henrique da Cunha Bueno, naquela data mais um sonho do então prefeito Hygino Amadeu Bellix se concretizava, o de transformar o antigo galpão que abrigou de 1875 até 1967 as instalações da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Ferro de Pedreira em Museu.

Para atender a finalidade, o então prefeito Hygino convidou o Padre Antonio Toloi Stafuzza para coletar as peças, pesquisar sobre a história da cidade, reunir os objetos e montar o Museu Histórico que passou a ter como patrono o então Beato José de Anchieta, atualmente, São José de Anchieta, pois foi elevado à categoria dos altares pelo Papa Francisco.

Desde a sua inauguração até o dia 2 de dezembro de 2018, o Museu Histórico registrou mais de 520 mil visitantes. Por suas salas e ambientes, de 2007 até 30 de novembro de 2018, passaram mais de 150 mil visitantes, de acordo com os dados dos livros de registro de visitantes.

Anualmente há registros de visitantes de praticamente todos os estados do Brasil, e do exterior há registros de dezenas de países, uma vez que em 2018, turistas estrangeiros de 20 países já estiveram visitando o local, dentre eles, turistas do Chile, Argentina, Japão, México, Itália, Rússia, China, Alemanha, Canadá, Índia, Inglaterra, dentre outros. Também mensalmente, há registros de visitantes de Pedreira e de moradores de cidades que integram o Circuito das Águas Paulista e de cidades das regiões metropolitanas de Campinas e de São Paulo.

Nos últimos vinte anos, sob a curadoria do gestor de exposições Adílson Spagiari, o espaço já sediou mais de 200 exposições temporárias, abordando temas locais, estaduais e nacionais, que proporciona a vinda de centenas e milhares de visitantes durante o período de realização desse tipo de evento que além de visitarem a exposição em cartaz, aproveitam também para conhecer o acervo museológico representado em diversos ambientes, dentre eles, a Sala da Fundação de Pedreira, a ferrovia, imigração italiana, história do café, o comércio, a saúde, a urbanização e os transportes, a educação e a cultura, a astronomia, os esportes, a comunicação, o início da industrialização, a religião, onde sobressaem peças que ganham a atenção dos visitantes, dentre muitas, as máquinas de filmes do Cinema Alvorada, o consultório odontológico do Dr. Roberto Pazotto, a sala de jantar em estilo renascença, o dormitório em estilo imperial, a farmácia, as peças da imigração italiana, a curiosidade sobre a origem do nome de Pedreira, o piano, dentre outras.

“Sabemos que toda história é sempre uma narrativa organizada por alguém em determinado tempo e implica uma seleção de documentos e objetos que constroem, formam e sintetizam momentos que estão guardados na memória de moradores que viveram aquele fato histórico e se personificam na realidade resgatada pelo museu retratando a identidade local com o seu jeito de ser e de viver a cidade possibilitando aos visitantes a possibilidade de vivenciar dessa memória guardada no museu e que dá a cada um o senso de pertencimento, pois em cada objeto exposto está presente a memória e a história do pedreirense e que são importantes pelo fato de que desempenham ou desempenharam uma função decorativa, utilitária, simbólica e pelo valor artístico dos objetos representam e comunicam histórias, tradições, novidades, modos de fazer e viver e sobretudo, conhecimentos”, finaliza Spagiari.

O Museu Histórico ‘São José de Anchieta’ está localizado na Praça Cel. João Pedro, nº 102.

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